secundário (12º)

OK, eu tinha pensado que não podia deixar este mês em branco, por isso cá estou eu a escrever nos seus últimos minutos.

A verdade é que o secundário significa (pelo menos na minha escola) morte. Relatório para cá, relatório para lá; trabalho para aqui, trabalho para alí; projecto para acolá… Adiante, ainda é preciso arranjar tempo no meio disto para estudar.

Aliado a isto tenho revelado falta de inspiração e sem ela não há nada que se possa escrever (neste caso a inspiração é obrigar-me a escrever antes do final do mês).

Encontrei na Fnac um rapaz que já foi da minha escola e que agora é de uma outra – pública. Em conversa com ele fiquei a saber que ele ainda nem sabe o que será o seu projecto para Área de Projecto enquanto que o meu tem de estar entregue por escrito até daqui a 5 dias… Interessante e tanto pior para mim, que tenho mais trabalho que ele.

Um acontecimento desta semana foi o lançamento do primeiro vídeo clip por parte de uma banda cujo um dos membros é namorado de uma rapariga que conheço: os 9 Live Cats. Deixo a música deles de que gosto mais, Pull the Plug.

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Dissecção

De forma breve. Hoje, na aula de AP, o meu grupo dissecou e alterou com sucesso umas colunas de som. Fizemos com que umas colunas baratas, que compramos, não precisassem de ser ligadas à electricidade para funcionarem. Sabíamos que isso funcionaria, em teoria, mas estávamos (ou eu estava, pelo menos) ansioso para ver se conseguíamos mesmo fazê-lo.

Após uma breve análise do sistema, arrancámos (mesmo) do amplificador o cabo que se liga ao leitor de mp3 (a imagem é confusa, mas esse cabo começa no leitor e acaba junto aos fios vermelhos e é prateado nesse sítio) e separamos também os cabos vermelhos do amplificador. Assim, o amplificador ficou removido.

De seguida, unimos cada um dos fios do cabo prateado a um dos vermelhos. Neste ponto o cabo que transmite a informação do som ficou ligado directamente ao amplificador (que está ligado ao outro que se vê em pé, mas cortado, ao fundo – que não interessa muito para o caso).

Por fim ligámos, expectantes, o cabo ao leitor de mp3 e ficámos contentes por ter começado a reproduzir o que queríamos. Depois andámos a brincar com aquilo usando o leitor como microfone, etc. Ao tocarmos na membrana sentimos vibração, claro.

E basicamente foi isto que se fez hoje (alterámos o projecto outra vez – por razões que não interessa mencionar – pelo que nos deu jeito experimentar isto). O projecto actual está relacionado com colunas de baixo custo.

Agora, qual é a vantagem de termos removido o amplificador e ligado o altifalante directamente ao leito? A única vantagem (mas importante) é que desta forma podemos fazer as colunas funcionar apenas com a energia que é usada para transmitir a informação (nota que quando a foto foi tirada as colunas estavam a funcionar e que o cabo USB – para alimentação – não está desligado). Desta forma não precisamos de uma fonte energética, as colunas passam a funcionar como uns headphones. Mas o que interessa ao grupo nisto é sobretudo não de se preocupar com amplificadores.

A desvantagem clara da remoção do amplificador é que o som das colunas diminui em muito. No entanto, é perfeitamente suficiente para ouvir música num local algo silencioso.

That’s all, folks.

Se quiserem info, comentem.

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Language is Necessary

Imagine a world with no languages. How would people relate? They simply wouldn’t. It would be impossible for them to. Now look around. Can you see anything written? Are there colours around you? Do you hear any sound? You most certainly do. All those things – writing, colour, sound – and more – shapes, smell, touch – they’re all ways to communicate.
Culture is language dependant. You can define culture as some pattern of human knowledge which depends on social learning. Social learning is propelled by language. And so is culture. Therefore, you need a language to sustain a culture. Interestingly – and as consequence of the previous – a language can also be considered part of a culture.
Many languages exist on Earth. There are hundreds of them. What would happen if some did disappear? Some culture would be affected. Not much more than that. Diversity in languages may even be considered harmful. People could relate easily if they all used the same language. That’s why you learn a language other than your native, isn’t it?
Communication is everywhere. Even inside your cells!
Language is necessary. Communication is vital.

something I had to write for English class
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Homonímia benéfica

No outro dia, eu e um tal João andámos pela Worten a ver colunas de som e a testa-las, passando algum Hip-Hop na ante-silenciosa loja. Como o nosso projecto – para a disciplina de Área de Projecto – voltou a ser a construção de umas colunas, foi construtivo ver alguns modelos com diafragma em alumínio.

Visto que um dos problemas na construção das colunas seria produzir o nosso próprio diafragma cónico, tentar produzir um côncavo de alumínio talvez fosse boa solução. No entanto, prensar alumínio é o que se faz em fábricas: não em casa ou na escola. Comprar um parecia a única solução.

Eis que hoje de manhã voltei a ver umas colunas com diafragma de alumínio. Voltei a pensar no assunto; e pensei que a espessura daquelas membranas não devia ser muito diferente da da lata de uma lata. E eis que a ideia dispara. As latas de lata – tipo Sumol, para ser patriótico – têem um fundo concavo de alumínio. E é por isso muito provável que tentemos, pelo menos, que o diafragma da nossa coluna seja o fundo de uma lata de refrigerante.

E pronto. É assim que a homonímia se pode tornar benéfica: fazer-nos pensar em algo em que não tínhamos pensado antes.

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